quarta-feira, 11 de outubro de 2017

SOBRE A REINAUGURAÇÃO DO KIMURA SUSHI


A experiência da tradicional comida japonesa é muito mais mágica do que se imagina. Não é pra todo mundo que sushi é amor a primeira vista, mas pra quem é do time que não abre mão de um bom rodízio, trago informações quentíssimas, ou melhor... até crua se você preferir. 

É cada vontade de sushi que a gente passa todo dia, não é mesmo? 

Eu não posso passar na frente de um restaurante, ver uma foto no Instagram ou ouvir falar de sushi, que já me dá vontade... Mas cá entre nós, devemos ser exigentes nas escolhas e por isso, quando gostamos de um lugar, nos tornamos público fiel.

Fica a dica de um lugar mais que aprovado que conheci na última segunda: o Kimura. Com rodízio e a la carte, o restaurante que fica na Rua 12 da Vicente Pires, sempre foi muito querido por lá, mas com alguns problemas administrativos encerrou suas atividades em Maio com a promessa de reabertura. 


Alguns meses depois, e sob novo comando, dos empresários Laert Gama e Tiago Ribeirotomam, o Kimura está de volta com a missão de reconquistar os antigos clientes e compartilhar muitos #kimuraslovers por aí. 

Eu, a louca do ceviche, comi vários, mas também provei os tradicionais da casa: entradas, rolls, combinados, camarão com cream cheese, envolvido em salmão no molho shoyo com azeite e limão, sashimis maras, e o grande destaque do Kimura Supremo, um prato feito de camarão e pasta de alho poro, envolvida por uma manta de salmão maçaricada com molho de maracujá e nem vou falar das sobremesas, mas, a dica é: quando vocês forem, guardem espaço pra elas! 


Sobre o funcionamento: Para o jantar, de segunda a quinta das 19h00 às 23h00. Sextas, sábados, domingos e feriados das 19h00 às 00h00 e para almoços, aos sábados, domingos e feriados de 12h00 a 15h00. Além da questão que não quer calar: o valor do rodízio: de segunda a quinta, ele é R$75,90 e nas sextas, sábados e domingos, R$82,90. 



Bmark Comunicação 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

SOBRE TENDÊNCIAS NADA PRÁTICAS

Vocês já estão carecas de saber que aqui no Sobre Moda e outras coisas, que o nosso guarda-roupa tem que combinar com a vida que a gente leva.

Se não funciona com o nosso estilo de vida e com nossa personalidade, NÃO FUNCIONA.

Claro, que não podemos deixar de lado o brilhinho do olho na hora da compra.

Mas vamos fazer um combinado aqui, e deixar o outro olho focado na função, no não-acúmulo & na praticidade.

Tem detalhes que servem só para revistas de moda e desfiles, mas a brincadeira é transformar pra cá o que fica bom lá, e saber identificar também o que não vai dar muito certo aqui.

A gente sabe que existe moda conceito, liberdade de expressão e criatividade. Mas, certas coisas são quase impossíveis de se usar na vida real *sem se estressar*.

Vou falar um pouco das minhas top 3 "ranço" hoje.

1. MAIÔ COM RECORTES PRO SOL

Antes que me julguem, já vou explicar. Calma! Calma!

Vamos ao tópico: eu disse maiô, não disse body.

Estou falando dos maiôs pra usar como as clássicas roupas de banho. Na verdade, vamos falar especificamente dos maiôs polêmicos: com recortes e tiras perdidas.

Pra foto fica lindo, mas, bastidores a parte, não é nada prático minha gente. Se você ainda não tinha entendido o motivo, explico: eles rendem bronzeados com marcas pra lá de estranhas.

Eles são da série: modismos que atrapalham. Acho vibes de usar quando não precisamos ficar fugindo dos raios solares.

2. CAMURÇA OU VELUDO NO PÉ



Nos fashion weeks da vida, nas revistas e no Instagram encontramos como: "A aposta da estação".

Seja como veludo molhado, cotelê, devorê, cristal ou alemão, o material parece finalmente ter se fixado na moda. Muitas marcas se apropriaram do veludo, não apenas como tecido principal, mas também como base para outros adornos, bordados e detalhes.

Gosto? Gosto. Tenho usado? Tenho. Mas nos pés, é barra gente.

Já tive o desprazer de comprar sapatos de veludos, e sejamos honestos, sujou, não limpou, estragou e não durou. Não tenho mais e não compro mais. Eles são lindos, mas só se você desfilar apenas em casa, ou tiver money pra investir em algo que não tem um custo-benefício tão bom.

3. JEANS SEM BOLSO, LITERALMENTE


Novo hit que nem chegou direito e eu não curti muito pra vida real não.

Dei uma pesquisada, e esses bolsinhos ausentes estão sendo chamados de, Peek-a-Boo, termo inglês pra explicar o nome desse novo modo de deixar bolsos menos úteis. O "apelido" à essa nova modinha no Pinterest, faz relação com àquela brincadeira de esconder e mostrar o rosto, que é feita com os bebês.

Você não viu errado, é isso mesmo, os bolsos frontais são totalmente cortados! Pra um shooting, concordo que dá uma pegada bacana, mas pra vida, fica menos prático né?

Vi uma alterativa bacana de usá-los com bodys, ficou menos trabalhoso. Se você arriscar juntar o item 1 com o 2, aconselho surra de protetor solar hahaha.

Sei que a moda vai e vem, e que nessas idas e vindas a gente até acaba se convencendo a comprar o que não vai dar muito certo. Me conta, quais hits da moda vocês não amam e também não acham nada práticos?

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

SOBRE PRIMEIRA VEZ


Perguntaram-me sobre a minha primeira vez. Resolvi escrever um texto sobre isso. Eu tinha 16 anos. Estava louca para perder minha virgindade. Mas, na época, não havia feminismo – não tão difundido quanto hoje – e, por isso, as meninas, para transarem, precisavam ter namorados. Caso contrário, seriam consideradas putas. Então, resolvi namorar meu melhor amigo.

Ele não era realmente meu melhor amigo. Era aquele amigo com interesse. Sempre rolou um clima entre a gente. Eu o achava atraente, ele me achava atraente. Ele começou a ir para o meu prédio, nós nos aproximamos e, quando vi, estávamos ficando. Eu estava louca para transar com ele, mas não podia ceder assim tão fácil.

Ele sabia que eu era virgem, portanto me respeitava. Mas também estava louco para fazer sexo. Um belo dia, na casa dele, ele me pediu em namoro. Na cama. No meio do amasso. Sem pensar duas vezes, aceitei. Transamos. Doeu. Doeu muito. Mais do que eu imaginava.

Ele me disse que eu não aguentaria e que pediria para parar. Eu, que já usava até O.B. (nenhuma amiga minha virgem usava), ri da cara dele e disse que eu aguentaria fácil. Mas, realmente, não aguentei. Pedi pra parar. Ele me respeitou. Foi bonito. Foi bom. Eu me arrependi um pouco de ter cedido tão cedo. Mas eu já não aguentava mais.

As duas vezes seguintes foram doloridas. Mas não sangrei tanto. O namoro, que era baseado só no sexo, obviamente terminou. Éramos muito imaturos e não sabíamos o que estávamos fazendo direito. Mas tenho muito carinho por ele. Vou lembrar dele pro resto da vida.

Amo histórias de primeiras vezes. A minha não foi tão emocionante, mas é o que tenho para contar. Mas, sendo emocionante ou não, o que importa é se sentir confortável e querer, de verdade, transar. Se não aconteceu como você previa, não encane. Nunca vai acontecer mesmo. Nada que a gente planeja acontece da maneira que queremos. Aceite e parta para outra.

SOBRE ENGAJAMENTO


"Se você acha que dá pra viver só de arte, vai ser pobre a vida inteira." Em pleno ano de 2017, já ouvi da boca de várias pessoas coisas desse tipo. 

No cenário de hoje, em que a mídia tem se reinventado, a sustentabilidade se manteve em voga e a nova geração trouxe novos panoramas, em prol de ideias e ações que transbordam criatividade; eu naõ posso ouvir comentários desses e ficar calada.

Pensamentos quadrados não vão balançar a economia, não vão construir pessoas que respeitam a diversidade e muito menos ajudar a melhorar o mundo em que vivemos. Mas pensamentos engajados vão.

Quem me conhece de perto, sabe o quanto sou engajada, o quanto sou a favor de projetos que nos tiram da zona de conforto, que são alimentos pro pensamento e que possuem propósitos.

Propósito, tá aí meu palpite para a palavra do ano de 2017. 

Diferente dos anos anteriores, vejo pelas ruas arte, voz e chuva de projetos incríveis.

Brasília, (minha cidade, e por isso não deixaria de falar dela) voltou a ser ocupada e a nova geração de empreendedores chegou com tudo. Procurar emprego? Não: eles preferem criar empresas. Alugar ou comprar uma sede para a empresa? Também não: eles compartilham espaços. Na revolução dos empreendedores, usar é mais importante que possuir. E a felicidade vale bem mais que um alto salário.

Somos a nova geração e sem dúvidas, vemos o mercado de trabalho de uma maneira diferente.

Vejo mulheres e homens abrindo seus próprios negócios. Vejo loja de criadores que ao invés de serem concorrentes, são parceiros. Vejo espaços de co-working, onde empresas trocam experiências e firmam parcerias. Vejo a moda se transformando e marcas vendendo muito além de produto, propósitos.

@ofelipeguga
Se essa arte faz com que as pessoas sejam pobres, eu realmente serei; pobre de incompetência, pobre de tédio e pobre de consumo descontrolado. Mas rica de alma, de criatividade e de amor, amor por tudo que ainda podemos criar e vamos!