novembro 21, 2014

Sobre sentir, mentalizar e materializar.

            Estou no escritório do meu novo estágio. Sim, eu – finalmente – consegui as devidas autorizações para começar a estagiar. Digo “finalmente”, pois eu ainda estou no quarto semestre e isso, na visão dos meus coordenadores de curso, significa – basicamente – que eu ainda não estou apta a trabalhar, pois ainda não tive todas as matérias que, de fato, ensinariam o que eu preciso para exercer o jornalismo no dia a dia.
            Em meio a breves pausas, tomo meu café. Resolvi contar isso a vocês – embora possa parecer algo extremamente desnecessário -, pois, a meu ver, esse momento de saboreio de uma das bebidas que mais amo pode ser importante para as dicas de hoje. Já está imaginando o que possa ser? Bom, eu já adianto: tem, sim, relação com pausas e desligamentos mentais.
            Na última terça-feira, sofri um acidente de carro com meu namorado – ele que estava conduzindo o veículo. Muito embora ambos os carros (o dele e o da outra condutora) tenham dado perda total, nós não nos machucamos muito. Eu tive apenas alguns arranhões, além de uma dor muscular no pescoço que permanece até hoje. Ele, apenas pequenos roxos, no braço esquerdo, oriundos do impacto do air bag.
            No dia anterior, eu estava com uma sensação ruim na minha mente, pois, após passar em uma dessas “tesourinhas” da Asa Sul, eu quase bati meu carro também. Além disso, minha amiga faleceu, recentemente, após um capotamento no buraco do tatu, e eu, obviamente, ainda penso nisso de vez em quando. Com a junção do medo de bater o carro com o pseudo-trauma desenvolvido após a morte da minha amiga, comecei a pensar – somente – em acidentes de carro. Dito e feito. Ou melhor, pensado e acontecido: no dia seguinte, estive envolvida em uma colisão de veículos.
            Podem chamar de premonição ou qualquer coisa do gênero, mas, para mim, isso não passou de uma mentalização de pensamentos ruins. Acredito – e muito – que, o que pensamos, reflete, sim, em nossas vidas materiais. Após refletir um pouco mais acerca disso, resolvi parar de pensar em coisas ruins e mentalizar somente bons fluidos. Obviamente, isso não é algo fácil de se realizar, tendo em vista que não conseguimos controlar nossa mente por inteiro. Certos pensamentos invadem a nossa cabeça e, quanto mais queremos que eles saiam, mais eles tendem a permanecer. Não sei o porquê disso, mas, com a força da minha fé, sei que conseguirei reduzir as energias negativas da minha mente.
            A dica de hoje é, portanto, algo para se levar para toda a vida: não podemos parar de trabalhar com nosso cérebro, pois, quando paramos, todo o esforço vai por água abaixo. Mentalizações de energias positivas constituem um estilo de vida, e não somente um estado momentâneo. Quando mentalizamos coisas boas, tendemos a materializar esses nossos pensamentos. Portanto, nada de pensar em coisas ruins, ok? Pode parecer difícil no início, mas, eu garanto que, com o tempo, você conseguirá criar um meio de “espantar” os maus fluidos.
            Respire profundamente e imagine que, no ar, existem somente correntes positivas. Após inalar todos esses bons fluidos, expire – com calma – e imagine que toda a energia ruim está saindo do seu corpo. Sinta como se todo o peso negativo tenha se dissipado - e não tenha restado nenhum resquício no ar. Feito isso, você pode repetir a prática quantas vezes achar necessário. O ideal é realizar esse pequeno exercício ao menos duas vezes por dia – de manhã, após acordar, e, à noite, antes de dormir. Não sou guru, nem cigana, nem professora de ioga. Meu negócio é dar dicas que funcionam para mim.
            Funcionou? Sim! Pense positivo e a vida sorrirá a você. Pessoas felizes são mais bonitas – tanto por dentro, quanto por fora. Eu quero ser feliz. Eu quero ser feliz. Eu quero ser feliz. Pra sempre. Só isso. Nada mais.
            Paz e amor, galera! Até a próxima!


 Nati Ribeiro


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