segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

SOBRE A CHEGADA DO ANO NOVO: TÁ NA HORA DE VOLTAR AO TRABALHO!


Despertador de lado. Agenda cheia de vários "nadas". Comilança desenfreada.

Tudo foi lindo. Mas uma hora a gente volta, né? 

O (tão esperado, aclamado, desejado, amém) ano novo chegou e tá na hora de voltar ao trabalho. Depois do recesso, a gente acorda e tem que viver a realidade. 

Então, a gente "bota" os biquinis pra secar, aposenta os chinelos, e o guarda-roupa de trabalho volta a reinar. 

Lembra daquelas promessas que você provavelmente listou (mentalmente ou na última página da agenda)? Essa é a sua chance de começar a fazer delas leis, ser mais organizada, menos reclamona, mais tolerante, menos zicada, e por aí vai... Porque é a na hora da rotina, que a gente esquece tudo o que prometeu e se deixa afogar nas nossas mini-tragédias do dia-a-dia. 


Hoje quase pirei.

Primeiro dia de volta a gente acorda meio sem ritmo e acaba enrolando um pouco, acontece. Mas a vida lá fora não estava de recesso, e nem parou quando eu estava tomando sol... Saí de casa calçando a sandália, segurando bolsa, casaco e procurando o controle (como sempre), fui para à parada. Meia hora depois, nada. O ônibus atrasou, porém chegou. Entrei e o cobrador disse que as passagens do cartão estavam inválidas. Olhei minha carteira e tcharam: R$0,00. Fico tão acomodada com cartão, que esqueço de andar com algumas notinhas na bolsa. E lá vou eu descer e voltar para casa para buscar dinheiro.

Fiquei brava, bufei!
Se eu xinguei? Muito, no pensamento...
Porque da minha boca só saiu: Tudo bem, obrigada. Boa tarde.

É foda? É! Mas lá vamos nós fazer aquele exercício diário de ser gentil, não dói e não estraga o dia de ninguém. Voltei, busquei o dinheiro, esperei mais um pouco e o ônibus chegou. 

Dia-a-dia é assim mesmo, é nele que a gente aprende a ser pessoa: a ser a média de quem convivemos, e a aprender a peneirar o que temos de bom e absorver.

Nem tão atrasada como eu pensava, mas estressada, cheguei no estágio: um presente na minha mesa. Minha chefe me disse: Papai Noel deixou pra você. Não foi ele, foi ela, que todo dia me ensina (sem nem saber) a viver a vida do melhor jeito. Tá aí uma pessoa boa para me inspirar nesse ano que chegou.

Desabafos a parte, e alertas de clichê, porque temos mesmo muitas páginas para escrever. 


Podemos chamar 2017 de oportunidade, que tal?  Bora viver.
Feliz início de ano, gente! E muito amor!