terça-feira, 5 de dezembro de 2017

SOBRE CANCUN: YES, WE GOT IT!


O título e a foto já falam muito. Mas habemus explicações e não teria jeito melhor de começar, que pelo começo. 

Há um mês, depois de 8 horas de vôo, olhei pela janela do avião e muito além de terra a vista, vi um azul inexplicável, convidativo que me fez amar ainda mais a natureza. Ainda meio desorientada pelo sono desconfortável do trajeto, tomamos a consciente decisão de pisar pra fora do avião com o pé direito.


Era o início de uma viagem que aconteceu sem a gente perceber. Uma viagem desejada (mas não planejada), uma viagem para um paraíso (que não tínhamos dúvida). Uma viagem de presente. Uma viagem de sorte, de prêmio.

E foi assim que eu e Cancún começamos a nos conhecer. O que antes era um plano de viagem para daqui 1, 2 anos. Se tornou agora, e foi um prêmio, literalmente. Márcio, meu namorado, ganhou fazendo um dos esportes que mais gosta: jogando poker. 

Isso mesmo. A gente pensa que nunca vai ganhar a rifa que comprou, o bingo da festa ou o sorteio do supermercado, mas não é que as vezes é pra ser? As vezes não, quando é pra ser. É PRA SER. E assim foi.

Ele não estava em uma casa de poker e nem com as cartas na mão; ele estava na minha casa, no meu sofá, jogando online, numa sexta-feira. Jogou, jogou e foi ficando entre os finalistas. Então ele disse que estava entre os 3, nossos olhos se voltaram e então a torcida firme começou; não deu muito tempo, quando percebemos, ele tinha recebido a mensagem: Você é o vencedor! 

Premiados, felizes e cheios de vontade de mergulhar nesse mar azul, fomos para Cancún; e nem imaginávamos o quanto o México poderia ser tão fascinante. 


Antes de começar a falar desse paraíso, preciso dizer: Que lugar colorido, feliz e cheio de gente receptiva.

Daí, você chega na cidade e se hospeda em um dos inúmeros hotéis da Boulevard Kukulcan, a avenida principal que concentra praticamente todo o movimento hoteleiro da cidade. Chegando no hotel, você descobre que nele tem tudo: cassinos enormes, restaurantes estrelados, bares, lojinhas e até pavões e flamingos (eu disse pavões e flamingos mesmo!).


E é justamente passear pelo hotel que vai consumir boa parte do seu tempo em Cancún. Por isso: pés no chão. Nos hospedamos no The Pyramid at Grand Oasis e nessa brincadeirinha de hotel, deixamos de conhecer muito da cidade à mercê da mordomia de um all inclusive, mas como já pensamos no roteiro e lugares que queríamos ir antes, conseguimos recuperar um pouco o tempo.

Não seremos hipócritas de dizer que dar uma descansada no hotel foi ruim. Na realidade foi ótimo, mas se você vai passar menos de sete dias por lá, é bom conseguir aproveitar tudo o que Cancún tem para oferecer.


Uma das coisas mais lindas que a cidade me trouxe foi redescobrir a vida ao mar e como ele recarrega nossas energias. Eu sou de Brasília, e por mais que ela seja linda, planejada e com céu incomparável, ela nunca vai ter mar. Já em Cancún a história foi outra. Cada segundo do dia foi tempo de agradecer à Deus por cada momento.


Não tem um lugar que você olhe em que não se encontre um mar. Não tem uma praia em que não se veja gente. Gente tomando sol na areia, jogando bols, tomando uma tequila, fazendo festa, dançando. E não há falta de sol que tire a vontade desse povo de aproveitar o dia.

E como não falar da comida? Tem pimenta absurdamente picante como se espera sim. Tem abacate sim. Mas é muito mais raro do que parece e tem muita cultura por trás.


Não tem como contar tudo por aqui, mas esse foi um gostinho dessa viagem maravilhosa! 

Márcio Henrique Zuany e Eu na piramide Chichén Itzá

Queremos voltar logo, mas enquanto isso, só tenho mesmo a dizer que te amo, Cancún
¡Hasta luego y gracías por todo!